quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Mural de Recados


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domingo, 28 de setembro de 2014

Texto Complementar - Súditos do Eixo - A Era Vargas e a Segunda Guerra Mundial

Esquema de estudo - "A Era Vargas" (3ª série - EM)

A ERA VARGAS (1930-1945)

→ A Aliança Liberal
− Crise de 1929 (EUA) – afetou o Brasil – provocou o fim do pacto do café com leite.
• O presidente Washington Luís (paulista) – não apoiou o candidato mineiro – lançando Júlio Prestes (paulista).
└ A união das oligarquias insatisfeitas ( Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba) – formaram a Aliança Liberal.
• Através das fraudes eleitorais – Júlio Prestes foi eleito.
└ Sem a iniciativa popular – as classes dominantes usando como pretexto o assassinato de João Pessoa – iniciaram a chamada Revolução de 30.
− O novo regime viveu na pior crise da história do capitalismo – como superá-la?
• Do jeito que os EUA, fez com o New Deal – Forte intervenção do Estado na economia.
•A agro exportação, sozinha, não poderia sustentar todos os negócios = O governo Vargas Incentivou a industrialização.
└ O Brasil foi se tornando mais urbano e mais industrial apoiado por um Estado forte.

→ O Governo Provisório (1930-1945)
− O governo precisava convencer aos brasileiros, e a si mesmo, que era “revolucionário”, que promovia mudanças profundas na Velha estrutura da República do Café com leite.
• Tratou de tirar todos os antigos governadores dos Estados e nomeou interventores.
− O governo Vargas não era nem um pouco democrático.
• Ele não estava no poder através do voto popular .
• A constituição foi rasgada – o Congresso, fechado – passou a governar através dos decretos-lei.
• Em cada assembleia sindical haveria um funcionário do ministério para fazer relatórios.
└ Se o sindicato descumprisse a lei, poderia ser fechado pela polícia.
• Para controlar o movimento operário Vargas por muitas vezes recorreu à força bruta.

→ Revolução Constitucionalista em São Paulo (1932)
− Vargas já estava provisoriamente no poder durante dois anos e uma nova eleição ainda não havia sido marcada, uma nova constituição ainda não havia sido preparada.
− Os paulistas se rebelaram contra o governo, mas a revolução teve um aspecto contraditório.
• Conservador – tentativa das oligarquias de recuperar o poder.
• Liberal – apoio da classe em torno de propostas liberais.
− Houve combates e centenas de mortes - as forças militares federais eram muito mais poderosas – a rebelião paulista foi derrotada.
− Vargas não esmagou os cafeicultores, pois sabia muito bem da importância deles – fez concessões:
• Metade das dívidas bancárias dos latifundiários foi perdoada.
• Convocaram-se eleições para elaborar uma nova constituição.

→ O Governo Constitucional (1934 -1937) e a Constituição de 1934.
− Em 1933, reuniu-se Assembleia Constituinte – eleita com voto direto, obrigatório, secreto – incluindo o voto feminino.
− A nova constituição seguia os princípios da democracia liberal:
• Preservação do federalismo;
Harmonia entre os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário;
• Voto obrigatório, direto e secreto, inclusive para as mulheres;
└ A maioria dos brasileiros, analfabetos, não tinha direito eleitoral.
Criou-se a Justiça Eleitoral – Agora o processo eleitoral não seria mais controlado pela corrupta Comissão Verificadora – reduto das influências na Republica Velha – agora, a lisura do processo estava nas mãos dos tribunais eleitorais.
• Adotou-se o corporativismo.
└ Alguns deputados seriam escolhidos pelos sindicatos patronais e de empregados – só valiam os sindicatos submissos ao governo.
• Foram tomadas medidas nacionalistas – como a intervenção do Estado na exploração de minérios e o protecionismo para a indústria.
• Várias medidas trabalhistas foram tomadas – oito horas diárias de trabalho, férias, aposentadoria, etc.
• Todas as crianças tinham obrigação de cursar o primário.

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Esquema de estudo - Brasil: Café, Industrialização e Imigração (2ª série - EM)


BRASIL: CAFÉ, INDUSTRIALIZAÇÃO E IMIGRAÇÃO


A economia cafeeira.
− Origem: região de Kaffa, na Abissínia (atual Etiópia) – levado a Europa por comerciantes venezianos.
− As primeiras sementes – chegaram ao Brasil em 1727sargento-mor Francisco de Melo Palheta – inaugurou a plantação no Pará onde residia – fundo de quintal para uso doméstico.
− Por volta de 1780 passou a ser produzido em escala comercial no Brasil – Rio de Janeiro.
Apresentava as condições geológicas e climáticas para o cultivo.
− Capital investido na lavoura cafeeira.
Comerciantes do Rio de Janeiro.
Proprietários da mineração decadente em Minas Gerais.
Lavradores pobres e obscuros que amealhavam fortuna com o próprio café.
Negociantes dos mais variados portes, inclusive traficantes de escravos.
− Final do século XVIII – a cidade do Rio de Janeiro se transformou num imenso cafezal.
− Com o aumento da demanda do mercado internacional – foram expandindo-se para o Vale do Paraíba – dominou a economia cafeeira até os anos de 1850 – responsável por 78,41% do café exportado.
A expansão da cafeicultura brasileira na época pode ser explicada pelos seguintes fatores:
O hábito de beber café tornou-se moda na Europa e nos Estados Unidos;
O cultivo do café exigia investimentos mais baixos que a cana-de-açúcar;
O cafeeiro podia durar 30 anos ou mais, enquanto a cana tinha que ser replantada a cada três anos;
O café se deteriorava menos do que a cana durante o transporte.
− As fazendas seguiam o modelo típico das plantations da América Portuguesa:
Latifúndio,
Monocultura
Escravidão.
− As técnicas de produção eram predatórias:
Desmatamento indiscriminado;
Queimada do solo;
Má distribuição dos pés de café.
−  O solo se esgotava dificultando as plantações – o café de permanente assume caráter itinerante.
− O Vale do Paraíba se tornou  a região mais rica e importante do país.
Os fazendeiros mais ricos ficaram conhecidos como “barões do café”.
− 1870 – decadência do Vale do Paraíba – exploração predatória.
− Em 1850, as plantações já se estendiam em direção ao oeste paulista.
− Encontrou ótimas condições: terra roxa e um relevo mais regular.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Esquema de estudo - "Ouro e Diamante na Colônia Portuguesa" (2ª série - EM)

OURO E DIAMANTE NA COLÔNIA PORTUGUESA



Os Bandeirantes
− Organizaram expedições que desbravaram o interior do atual território brasileiro.
• Saindo geralmente da Capitania de São Vicente – buscavam riquezas e indígenas para apresar e escravizar.
Desbravando o sertão
− Até o começo do século XVII o interior ficou praticamente inexplorado.
• Algumas expedições foram empreendidas, pela coroa portuguesa, sem grande êxito – dizimadas por doenças ou ataques indígenas = ENTRADAS.
− A ocupação das regiões mais distantes do litoral – teve início com a introdução do gado no Nordeste e a Fundação da Capitania de São Vicente (1554) – paulistas – Bandeirantes ou sertanistas.
− A noção de “GUERRA JUSTA
• Oposição dos jesuítas (escravização dos índios) – 1570 – a Coroa Portuguesa proibiu a escravização do índio a não ser através das “Guerras Justas”
∟ Guerras iniciadas pelos indígenas ou as que tivessem como objetivo punir as aldeias hostis aos portugueses.
− Destruidores de missões
• Um dos principais alvos dos bandeirantes foram as reduções jesuíticas, onde haviam nativos já aculturados.
/• Os ataques sucederam até 1632, quando praticamente todas haviam sido destruídas.
Em busca do ouro
− Segunda metade do século XVII – dificuldades econômicas – o governo português passou a estimular a procura de metais preciosos.
− Além das expedições por terra, havia outras que utilizava o curso dos rios – conhecidas como MONÇÕES.
Sertanismo de Contrato
• Os bandeirantes passaram a ser contratados pelo Governo Geral e por grandes proprietários de terras para destruir quilombos e combater grupos indígenas considerados rebeldes.
A corrida do ouro
− A partir de 1693, depois de uma longa procura, bandeirantes começaram a descobrir ouro.
• Antônio Rodrigues Arzão – Caeté.
• Bartolomeu Bueno de Siqueira – Pitangui.
• Borba Gato – Sabará.
Corrida do ouro
• Cerca de 4000 mil pessoas vinham por ano de Portugal.
• Inchaço populacional – séc. XVII – 300 mil habitantes / séc. XVIII – 3,3 milhões.
• A ânsia pelo enriquecimento rápido provocou um déficit na produção de alimentos – enquanto o queijo custava 120 Réis em São Paulo – na região das minas o seu preço era de 3.600 réis.
• Extração do ouro
∟Ouro de aluvião
∟Ouro de Grupiara
∟Ouro de minas
A Guerra dos Emboabas (1707-1709)
− Os paulistas por terem chegado primeiro, consideravam-se donos das descobertas e consideravam todos os demais – forasteiros (emboabas).
− Paulistas e emboabas mantiveram relações tensas – Em 1707 – a tensão transformou em conflito armado.
• Em 1709 – trezentos paulistas foram trucidados às margens do Rio das Mortes – o episódio ficou conhecido como capão da traição.
• Inferiorizados numericamente, os paulistas se retiraram da região das Minas.
→ Regulamentação e controle de riqueza.
− 1709 – foi criada a Capitania de São Paulo e Minas Gerais do Ouro – separada de São Vicente e Rio de Janeiro.
− 1709 – Criação da Intendência das Minas.
• Cuidava da concessão de terras destinadas à mineração e regulamentava as relações entre mineradores.
− Quem encontrasse ouro deveria comunicar imediatamente aos funcionários do governo – a área (lavra) seria dividida em lotes de no máximo 66 metros (datas).
• Ao descobridor da lavra cabiam duas datas.
• A coroa e ao chefe da intendência – tinham direito a uma, cada um.
• As demais eram colocadas a venda por meio de leilão.
− Havia também os faiscadores – que buscavam o ouro de maneira independente.
− Os principais impostos cobrados pela Intendência eram:
• O Quinto Real – 20% de todo ouro extraído.
Capitação – Taxa que os donos de escravos tinham que pagar por cada um de seus cativos.
Casas de Fundição (1719) – Todo o ouro da região deveria ser transformado em barras, selado e quintado.
O Imposto de Passagem – sobre homens e animais em trânsito para as minas.
O de Entrada – sobre mercadorias que entravam para as minas.
Os Donativos – quantia exigida por Portugal para pagar despesas com eventos especiais.
Derrama – diante dos crescentes sinais de esgotamento da produção aurífera o governo português decretou que o quinto mínimo seria de 100 arrobas de ouro (1468,9 quilos) anuais – se o quinto recolhido não atingisse o mínimo, a diferença seria completada com a derrama – cobrança compulsória feita por soldados metropolitanos autorizados a invadir casas e confiscar bens e propriedades até completar o valor das 100 arrobas.
Tropeiros e comerciantes
• O abastecimento era feito principalmente por tropeiros, que percorriam as estradas com tropas de mulas.
• Outras figuras do comércio de Minas eram os vendedores ambulantes (mascates) e as negras de tabuleiro.
→ Depois do ouro: Diamante.
− Em 1729 – a coroa portuguesa foi notificada da existência de diamantes – Arraial do Tijuco – hoje a cidade de Diamantina – a coroa logo declarou propriedade real (monopólio).
− Foi criada a intendência dos diamantes – administração e policiamento.
− Em 1739 – estabeleceu-se o Sistema de Contratos – Um contratador adquiria o direito de minerar e de cobrar impostos por quatro anos.
− Em 1771 – Diante do enriquecimento ilícito dos contratadores e do contrabando – a coroa portuguesa reassumiu o controle – criando uma companhia governamental para explorá-los – A Real Extração dos Diamantes.
→ A sociedade do ouro – sociedade marcadamente urbana.
− Os escravos
− Os homens livres pobres
− As camadas médias
− Os potentados – (grandes comerciantes – contratadores de diamantes – donos de minas)
→ Mudanças do território colonial
− A ocupação e povoamento de vastas áreas do território
− O florescimento da vida urbana
− A mudança da capital – de salvador para o Rio de Janeiro (1763)
− Consolidação do mercado interno.

→ Nas artes destacou-se Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho – Arte Barroca.

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Esquema de estudo - A origem das diferenças - 2ª série e Etapa II (Ensino Médio)

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
2ª série do Ensino Médio e II Etapa
Professor Dayvid Machado Fernandes – História

RELAÇÕES DE TRABALHO, RELAÇÕES DE PODER E ESTRUTURAS PRODUTIVAS
A ORIGEM DAS DIFERENÇAS

Conceitos básicos:
− Liberdade
Propriedade
− Exploração

As organizações econômicas e as relações de poder:
→ Pré-história – Neolítico – Revolução agrícola
→ Idade Antiga – Produção escravista
→ Idade Média – Produção feudal
→ Idade Moderna e Contemporânea – Produção Capitalista e Socialista

A revolução neolítica e o início da agricultura.
→ O homem torna-se um ser sedentário (moradia fixa)
Domesticação dos animais
− Alimentação e matéria-prima.
− Assistência na produção (trabalho).
→ Com a agricultura o homem passa a ter uma maior garantia da sua sobrevivência.
Evolução tecnológica
− Produção de ferramentas para facilitar o seu dia-a-dia.
− Uso do metal (fundição dos metais).
− Produção de cerâmica.
Excedentes agrícolas – comércio – sistema de trocas.
→ Surgimento de novos ofícios – Divisão do trabalho por especialização.

raiz das diferenças
→ Aumento populacional
 Grandes obras – construção dos canais de irrigação
− Organização do trabalho coletivo – divisão do trabalho intelectual e o trabalho manual.
− Especialistas adquiriram um poder maior.
• O poder começou a se tornar uma propriedade de poucos.
→ Organização do Estado – organização mais complexa.
− Líderes passaram a convocar pessoas para o trabalho, organizar um exército, fazer leis e cobrar impostos.
− Surgimento da nobreza (privilégios).

− O estado tornou uma arma de domínio de classe da aristocracia (nobreza).

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