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domingo, 15 de maio de 2016

VÍDEO-AULA - 3º ANO - 2016


REVISÃO DE CONTEÚDO - IDADE MODERNA






sábado, 14 de maio de 2016

ESQUEMA 05 - 3º ANO - 2016


EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: Idade Moderna
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

IDADE MODERNA
Renascimento Cultural
O Renascimento foi um movimento artístico e científico ocorrido na Europa entre os séculos XIV e XVI.
− Itália - berço do renascimento.
• Burguesia - Concentração de capital = Mecenato.
Os renascentistas voltaram-se para o homem, a razão, a experiência.
Acreditavam que, ao revalorizar as criações dos gregos e romanos e inspirar-se nelas para fazer as suas obras, estavam fazendo renascer a cultura que, na opinião deles, permaneceu esquecida durante os dez séculos da Idade Média - Daí o termo Renascimento.
Uma visão preconceituosa da Idade Média.
Contexto histórico
A partir do século XI, ocorreram na Europa grandes mudanças:
Aumento da população, avanços técnicos na agricultura, crescimento do comercio e o surgimento e o fortalecimento da burguesia, aparecimento das feiras internacionais, desenvolvimento das cidades e das primeiras casas bancárias.
A burguesia buscava obter poder e prestígio, proporcionais a sua crescente riqueza material.
As principais características do renascimento
Humanismo e Antropocentrismo: (o homem como centro do universo): valorização do homem como ser racional e como a mais bela e perfeita obra da natureza;
Individualismo: representava a capacidade de cada um alcançar o sucesso ou o fracasso de acordo com o seu empenho e mérito individual.
Na Idade Média admitia-se que o destino do homem estava ligado à sua origem  segundo a vontade de Deus.
Racionalismo: em contraste com a forte religiosidade medieval, o pensamento renascentista defendia que todo o conhecimento deveria ser produzido com base na observação e na experimentação.
Otimismo: As manifestações alegres do cotidiano, expressas na cultura popular medieval, e o culto a beleza, presentes nos costumes pagãos, foram incorporados pelos renascentistas como uma forma de oposição à sobriedade medieval.
Hedonismo: valorização dos prazeres  sensoriais, carnais e materiais, contrapondo-se a idéia medieval de sofrimento e resignação.
O Renascimento nas Ciências
Muitas das concepções da sociedade medieval, como o exacerbado misticismo e a extremada religiosidade, foram postas abaixo com as explicações fundadas na experimentação e na observação dos fenômenos naturais.
Entre os que mais se destacaram nesta área estão:
Nicolau Copérnico: Originário da Polônia, propôs a teoria heliocêntrica: todos os planetas observáveis da Terra giravam em torno do Sol. A Terra, de acordo com a Igreja, era o Centro do Universo - teoria geocêntrica.
Galileu Galilei: fez novos estudos que deram mais precisão a teoria heliocêntrica de Copérnico, atacando um dos principais argumentos da Igreja.
O cientista desafiou diretamente a Igreja, decidiu interpretar ao seu modo as escrituras sagradas, pra provar que elas não eram contrárias às suas novas teorias astronômicas.
Foi perseguido e preso, sendo condenado pelo tribunal da Inquisição e obrigado a renegar suas descobertas.
Somente em 1992 foi perdoado oficialmente pelo papa João Paulo II.
Johann Kepler – Astrônomo, defendia a ideia de que os astros realizam não um movimento circular, mas elíptico em torno do sol.
Sua teoria preparou o caminho para a descoberta da lei da gravitação universal de Isaac Newton.

terça-feira, 8 de março de 2016

ESQUEMA 04 - 3º AN0 - 2016

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: A Formação do Estado Moderno
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

O ESTADO E AS RELAÇÕES DE PODER: FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS

A FORMAÇÃO DO ESTADO MODERNO
Qual a origem dos poderes do rei?
− Na Idade Média – poder dividido – rei / Igreja / senhores feudais (autonomia – descentralização – suserania e vassalagem).
− Final da Idade Média = revoltas sociais (Jacqueries) + conflitos religiosos (reformas protestantes) = situação de insegurança (clero e nobreza) = fortalecimento do poder político central (do rei), na Idade Moderna.
− Interesse da burguesia em diminuir o poder da nobreza - desenvolvimento do comércio = apoio financeiro a política de centralização.
− No decorrer do processo de formação do Estado moderno, destacaram-se algumas monarquias nacionais, como: Portugal (D. João I [1357-1433], dinastia de Avis, início no ano de 1385); França (Carlos VIII [1470-1498], de 1483- 1498); Espanha (do casamento do rei de Aragão, Fernando II [1452- 1516], com a rainha de Castela, Isabel [1451-1504], em 1469).
− Destes Estados modernos, deu-se a origem das monarquias absolutistas:
• Governo centralizado, monopólio da justiça.
• Unificação das moedas, impostos, pesos e medidas.
• Leis nacionais
• Exército próprio (nacional)
• Território nacional

Teóricos do Estado Nacional Absolutista
Nicolau Maquiavel (1469-1527), em sua obra O príncipe (1513):
• Procurou demonstrar como um soberano deveria agir e que recursos deveria empregar para conquistar e manter o poder.
Thomas Hobbes (1588-1679), em sua obra Leviatã (1651):
• Afirmava que o poder absoluto do rei derivava de um “contrato social” que os homens teriam feito com os soberanos para preservação de suas vidas;
Jacques Bossuet (1627-1704), em sua obra Política tirada da Sagrada Escritura (1709):
• Argumentava que o poder do rei provinha de Deus e por isso era incontestável (teoria divina do poder real).

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