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sábado, 30 de setembro de 2017

ESQUEMA DE ESTUDO - ERA VARGAS - 3º ANO - 2017


sexta-feira, 7 de julho de 2017

ESQUEMA DE ESTUDO - OS FASCISMOS - 3º ANO - 2017



ESQUEMA 05 - CRISE DE 1929 - 3º ANO - 2017



ESQUEMA 04 - REPÚBLICA DO CAFÉ COM LEITE - 3º ANO - 2017



segunda-feira, 3 de abril de 2017

ESQUEMA 02 - 3º ANO - 2017

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

®A força do capital e a cultura da prosperidade
Belle Époque – final do século XIX e início do século XX.
Corrida imperialista – disputa entre as grandes potências por áreas coloniais.
·Matéria-prima.
·Mão-de-obra barata.
·Mercado consumidor.
Corrida armamentista – A Paz Armada.
Causas da guerra
·Pangermanismo: todos os povos germânicos deveriam se unir e formar uma só nação na Europa.
·Revanchismo francês: revanche contra os alemães – retomada do território da Alsácia-Lorena perdido em 1871.
·Nacionalismo inglês: orgulho da população inglesa por ser a principal potência econômica mundial.
·Pan-eslavismo: a Rússia se colocava na qualidade de “grande irmã eslava” – tinha o dever e o direito natural de proteger as pequenas nações eslavas dos Bálcãs.
·Nacionalismo sérvio: pretensão da Sérvia de unir a Bósnia-Herzegovina e outros povos eslavos dos Bálcãs, para a formação da Grande Sérvia.
Alianças às vésperas da Primeira Guerra Mundial.
·Tríplice Aliança: Império Alemão / Império Austro-húngaro / Itália.
·Tríplice Entente: Inglaterra / França / Império Russo.





domingo, 2 de abril de 2017

ESQUEMA 03 - 3º ANO - 2017

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: REVOLUÇÃO RUSSA
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

REVOLUÇÃO RUSSA – 1917 
A Rússia czarista: entre a miséria social e a propriedade capital
− Do século XVII até 1917, a Rússia foi governada por um Czar (governante supremo).
− Os camponeses até meados do século XIX eram presos a terra e ao serviço dos grandes proprietários locais - próximos a escravidão.
• Século XIX –os camponeses foram emancipados pelo governo – mas continuavam explorados, pois tinham que pagar por suas terras durante muitos anos.
− Nas ultimas décadas do século XIX, o governo deu início a industrialização – dependendo exageradamente do capital externo.
• Muitos camponeses foram para as novas fábricas ganhar a vida – as condições de vida na cidade eram difíceis.
└ Fábricas e moradias perigosas e insalubres.
└ Extensa jornada de trabalho.
└ Não existiam padrões de segurança.
− Mesmo assumindo a aparência e uma moderna economia capitalista – cerca 80% da população ainda eram constituídas por camponeses que viviam em condições precárias.






terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

ESQUEMA 01 - 3º ANO - 2017

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3º ano – Ensino Médio
Assunto: Imperialismo
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História.

INDUSTRIALIZAÇÃO E IMPERIALISMO

A Europa do século XIX
−  Revolução Industrial – segunda metade do século XVIII = ocorreram grandes mudanças.
• Aumento extraordinário da população mundial.
• Modernização da agricultura.
• Queda dos índices da mortalidade infantil.
• Avanço da medicina.
• Êxodo rural = urbanização = problemas urbanos.
• Exploração do trabalhador – obediência cega ao relógio.
└ Grã-Bretanha – 1834 – Lei dos pobres.
−  Reação = Associações, sindicatos e greves.








quarta-feira, 27 de julho de 2016

ESQUEMA 07 - 3º ANO - 2016


EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: Iluminismo e Revolução Francesa
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História.

ILUMINISMO E REVOLUÇÃO FRANCESA

Iluminismo e noções de liberdade - o contexto histórico do Iluminismo
− Nós séculos XVII e XVIII, na Europa Ocidental ainda predominava uma estrutura social, política, econômica e cultural, que privilegiava um pequeno grupo = ANTIGO REGIME.
− No século XVIII muitos pensadores concluíram que as pessoas precisavam abandonar muitas crenças, práticas e ideias aparentemente absurdas e buscar substituí-las por outras mais interessantes e racionais.
• Este século ficou conhecido como século das luzes ou da ilustração ou idade da razão.
• A maneira de pensar as coisas vinha mudando desde os séculos XV e XVI.
└ Renascimento cultural
└ Revoluções inglesas – fim do absolutismo – introdução do parlamento.
└ A dominação cultural exercida pelas igrejas passou a ser bastante criticada:  Fé   X    Razão.
As ideias da ilustração
− As ideias eram discutidas e elaboradas, sempre tendo como fundamento a razão e a natureza humana.
− Das muitas propostas discutidas pelos iluministas, as três que ficaram mais evidentes referem-se a liberdade, igualdade de leis e defesa da propriedade privada.
− Os filósofos do iluminismo
Jhohn Locke (1632 a 1704)
└ Para ele, a sociedade civil, que veio substituir o estado natural, tem dois poderes essenciais: o Legislativo, que elabora as leis e o Executivo, que administra o país. Estes dois poderes devem estar em diferentes mãos para evitar possíveis abusos.
└ A autoridade do governo provinha do consenso dos governados – se o governante não respeitasse sua parte do contrato, os governados tinham o direito de se rebelar, até depor o governante.
└ A proposta de Locke não defendia a democracia como conhecemos hoje – para ele somente as pessoas que tinham propriedade privada tinha o direito de escolher os governantes.
− Os principais iluministas franceses foram:
Montesquieu (1689 – 1755)
└ O poder podia ser dividido em três partes principais: legislativo, executivo e judiciário.
└ A separação garantia a liberdade evitando o abuso de poder.
Voltaire (1694 – 1778)
└ Defendia a liberdade de expressão e condenava toda a intolerância religiosa.
└ Para ele as pessoas deveriam se  tornar mais esclarecidas, libertando-se dos preconceitos, das superstições, da ignorância e do fanatismo.
└ Era um defensor da monarquia, desde que o rei se cercasse de conselheiros esclarecidos.
Jean-Jacques Rousseau ( 1712 a 1778)
└ Defendia um Estado republicano, em que as pessoas renunciassem à vontade individual em favor da vontade geral a sociedade, mas conservassem o direito à voz no estabelecimento das leis, que governariam suas vidas.
└ Para ele o progresso trazido pelo uso da razão trazia benefícios, mas estes nunca eram distribuídos igualmente entre os homens, prevalecendo a desigualdade e a  tirania.
Denis Diderot e D’Alembert:
└ Organizaram a Enciclopédia reunindo todo o alcance intelectual da época, cobrindo todos os assuntos discutidos pelo Iluminismo.
└ Para Diderot a finalidade da Enciclopédia era reunir os conhecimentos e expor aos homens de seu tempo, e transmiti-los a gerações futuras a fim de que aquilo que foi realizado no passado não caísse no esquecimento e, assim, tornando-se mais instruídos, os homens seriam mais virtuosos e mais felizes.
− O pensamento iluminista era, ao mesmo tempo, elitista e progressista, já que era voltado pra um público instruído.
Razão e progresso eram à base do pensamento iluminista.
O despotismo esclarecido
− Alguns soberanos europeus também se interessaram pela efervescência cultural e, inspirados pelas ideias iluministas, começaram a demonstrar consciência de que seu povo tinha direito a algo em troca do pagamento de impostos e do envio de seus filhos para as guerras.
− Apesar dos contatos com filósofos iluministas e das reformas que fizeram em seus países, nenhum monarca chegou a ponto de colocar em perigo o princípio do governo autocrático (concentrado em uma só pessoa).

segunda-feira, 20 de junho de 2016

ESQUEMA 06 - 3º ANO - 2016

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: Revolução Inglesa e Revolução Industrial
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

DAS REVOLUÇÕES INGLESAS À REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

→ Origens do processo revolucionário
− O processo revolucionário que se desenrolou na Inglaterra do século XVII tem as raízes nas mudanças socioeconômicas ocorridas no século anterior.
− Durante a dinastia Tudor (1485-1603), a política mercantilista de monarcas poderosos, como Henrique VIII (1509-1547) e Elisabeth I (1558-1603), ajudou a Inglaterra a se transformar em uma grande potência econômica.
• Em 1558, no governo da rainha Elizabeth I, derrotou a "invencível Armada" da Espanha, maior força naval do mundo na época.
└ Para isso aumentou a sua frota, concedeu empréstimos e monopólios - favoreceu a expansão marítima na Inglaterra e atendeu aos interesses da burguesia mercantil inglesa.
• A rainha manteve-se próxima ao Parlamento, incentivou a ação de corsários e expedições de exploração de terras no Novo Mundo.
• Consolidou o anglicanismo na Inglaterra e estimulou o desenvolvimento das manufaturas e do comércio.

→ Mudanças na sociedade inglesa
− Em meados do século XVI, a sociedade inglesa passava por profundas transformações:
• No campo - verificava-se um processo conhecido como cercamento de terra (enclosure).
└ As terras comunais eram cercadas pelos senhores para da lugar à criação de ovelhas.
Os camponeses foram obrigados a sair das terras e os proprietários das terras formavam uma pequena nobreza mais próxima a burguesia do que dos antigos senhores feudais = Gentry.
• Os cercamentos provocaram o êxodo rural  e um consequente inchaço  urbano, responsável por vários problemas sociais.
• Os yeomem (pequenos e médios proprietários) - também vinham prosperando - junto com a gentry, produziam e vendiam lã e gêneros agrícolas que a marinha mercante inglesa comercializava nos quatro cantos do mundo.

→ O absolutismo dos Stuart
− A morte de Elizabeth I, em 1603, criou um grave problema sucessório, pois a rainha não deixou herdeiros diretos.
− O trono passou a seu primo, Jaime Stuart (1603-1625), rei da Escócia - coroado sob o título de Jaime I da Inglaterra.
− Defensor do direito divino dos reis, Jaime I governou como um rei absolutista - adotou medidas políticas, econômicas e religiosas que desagradaram a maioria dos ingleses e desencadearam várias crises entre a Coroa e o Parlamento.
• Ordenou que todos os seus súditos seguissem o anglicanismo - a religião oficial do Estado inglês.
• Adotou uma política tributária extorsiva - provocou forte oposição do Parlamento.
− Com a morte de Jaime I em 1625, seu filho Carlos I(1625-1649) tornou-se rei da Inglaterra e da Escócia.
• Durante o seu reinado, os conflitos da época de seu pai, não só continuaram como se tornaram mais graves.
− Em 1628, o monarca foi obrigado pelo Parlamento a assinar a Petição de Direitos.
• Proibia a Coroa de manter um grande exército ou criar novos impostos sem a prévia aprovação dos parlamentares.
− No ano seguinte, o rei dissolveu o Parlamento e governou sem ele durante 11 anos.
− As medidas tomadas por Carlos I tornaram o seu governo extremamente impopular:
• O rei exigia que, na Escócia e na Inglaterra, os rituais religiosos fosse celebrados com todas as cerimônias e vestimentas da Igreja Anglicana tradicional.
└ Revoltados os puritanos escoceses decidiram pegar em armas.
 • A fim de aumentar impostos para financiar a luta contra os escoceses, Carlos I convocou novamente, em abril de 1640, o Parlamento inglês - como se manifestou contrário a reivindicação do rei, um mês depois, o Parlamento foi dissolvido.
• Os escoceses invadiram o norte da Inglaterra e Carlos I viu-se outra vez dependente de recursos financeiros para cobrir os gastos com a guerra.
└ A contragosto, voltou a convocar o Parlamento em novembro de 1640.
• Com o rei na defensiva o Parlamento tentou impor suas reivindicações:
└ O monarca ficaria obrigado a convocá-lo regularmente.
└ Os ministros e os clérigos considerados pró-católicos seriam punidos e alguns impostos seriam declarados ilegais.
└ O Parlamento exigia  que fossem feitas reformas para limitar o poder do soberano.
• Em resposta o rei ordenou  ao exército que invadisse o Parlamento e prendesse os líderes mais críticos.
└ Essa decisão fez eclodir em 1642, uma guerra civil (1642-1649).

→ O Parlamento inglês
− O Parlamento inglês compunha-se de duas câmaras:
• A Câmara dos Lordes: Eram em sua maioria adeptos da Igreja Anglicana.
└ Lordes Espirituais - cúpula do clero anglicano.
└ Lordes Temporais - nobres titulados (duques, barões, condes e outros) - que pertenciam as grandes famílias aristocráticas, proprietários de grandes extensões de terra.
• A Câmara dos comuns: Eram em geral presbiterianos (alta burguesia e membros da gentry) e puritanos (pequena e média burguesia, pequenos proprietários rurais , arrendatários ou yeomen) .
└ Pequenos proprietários rurais (pertencentes a classe dos yeomen)
└ Grandes burgueses  e gentlemen (pertencentes a gentry) - formavam uma nobreza de status.

sábado, 14 de maio de 2016

ESQUEMA 05 - 3º ANO - 2016


EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: Idade Moderna
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

IDADE MODERNA
Renascimento Cultural
O Renascimento foi um movimento artístico e científico ocorrido na Europa entre os séculos XIV e XVI.
− Itália - berço do renascimento.
• Burguesia - Concentração de capital = Mecenato.
Os renascentistas voltaram-se para o homem, a razão, a experiência.
Acreditavam que, ao revalorizar as criações dos gregos e romanos e inspirar-se nelas para fazer as suas obras, estavam fazendo renascer a cultura que, na opinião deles, permaneceu esquecida durante os dez séculos da Idade Média - Daí o termo Renascimento.
Uma visão preconceituosa da Idade Média.
Contexto histórico
A partir do século XI, ocorreram na Europa grandes mudanças:
Aumento da população, avanços técnicos na agricultura, crescimento do comercio e o surgimento e o fortalecimento da burguesia, aparecimento das feiras internacionais, desenvolvimento das cidades e das primeiras casas bancárias.
A burguesia buscava obter poder e prestígio, proporcionais a sua crescente riqueza material.
As principais características do renascimento
Humanismo e Antropocentrismo: (o homem como centro do universo): valorização do homem como ser racional e como a mais bela e perfeita obra da natureza;
Individualismo: representava a capacidade de cada um alcançar o sucesso ou o fracasso de acordo com o seu empenho e mérito individual.
Na Idade Média admitia-se que o destino do homem estava ligado à sua origem  segundo a vontade de Deus.
Racionalismo: em contraste com a forte religiosidade medieval, o pensamento renascentista defendia que todo o conhecimento deveria ser produzido com base na observação e na experimentação.
Otimismo: As manifestações alegres do cotidiano, expressas na cultura popular medieval, e o culto a beleza, presentes nos costumes pagãos, foram incorporados pelos renascentistas como uma forma de oposição à sobriedade medieval.
Hedonismo: valorização dos prazeres  sensoriais, carnais e materiais, contrapondo-se a idéia medieval de sofrimento e resignação.
O Renascimento nas Ciências
Muitas das concepções da sociedade medieval, como o exacerbado misticismo e a extremada religiosidade, foram postas abaixo com as explicações fundadas na experimentação e na observação dos fenômenos naturais.
Entre os que mais se destacaram nesta área estão:
Nicolau Copérnico: Originário da Polônia, propôs a teoria heliocêntrica: todos os planetas observáveis da Terra giravam em torno do Sol. A Terra, de acordo com a Igreja, era o Centro do Universo - teoria geocêntrica.
Galileu Galilei: fez novos estudos que deram mais precisão a teoria heliocêntrica de Copérnico, atacando um dos principais argumentos da Igreja.
O cientista desafiou diretamente a Igreja, decidiu interpretar ao seu modo as escrituras sagradas, pra provar que elas não eram contrárias às suas novas teorias astronômicas.
Foi perseguido e preso, sendo condenado pelo tribunal da Inquisição e obrigado a renegar suas descobertas.
Somente em 1992 foi perdoado oficialmente pelo papa João Paulo II.
Johann Kepler – Astrônomo, defendia a ideia de que os astros realizam não um movimento circular, mas elíptico em torno do sol.
Sua teoria preparou o caminho para a descoberta da lei da gravitação universal de Isaac Newton.

terça-feira, 8 de março de 2016

ESQUEMA 03 - 3º ANO - 2016

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: Conceito de Estado e suas transformações históricas
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

O ESTADO NOS MUNDOS ANTIGO E MEDIEVAL

Há várias formas de poder do homem sobre o homem e o poder político é apenas uma delas. Para compreendê-lo, é preciso buscar o conceito de Estado e os significados do mesmo.
− O Estado, nasce quando grupos de homens mais numerosos do que os que compõem uma tribo ou um bando se coordenam sob um comando único.
− Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa – Estado é um país soberano com estrutura própria e politicamente organizado.
− Para a sociologia, um Estado existe como um mecanismo político de governo (instituições como o Parlamento ou Congresso, além de servidores públicos), controlando determinado território, cuja autoridade ampara-se num sistema legal e na capacidade de utilizar a força militar para implementar suas políticas. (Adaptado de GIDDENS, 2005, p. 342)
− No mundo antigo e medieval pode-se aproximar o conceito de Estado com o exercício do poder político, por uma ou mais pessoas – realizavam obras, cobravam impostos e usavam a força para defender ou controlar o território e seu povo.
− Na Idade Antiga Oriental – o Estado apresentava como traço fundamental a teocracia – o monarca acumulava poderes políticos, religiosos e econômicos (Egípcios, Mesopotâmios e hebreus).
− Na Europa Ocidental, entre os séculos XII e VIII a.C., principalmente na Grécia, o poder político organizou-se em forma de monarquias aristocráticas e democracias.
• Não existia um poder central – o poder era fragmentado entre as cidades-estados.
• A cultura e a religião garantiu a unidade entre os gregos.
− Em Roma, a organização do Estado iniciou-se com o poder político centralizado no monarca – diferenciando-se assim da monarquia grega.
− No mundo medieval – caracterizou-se pela ausência do Estado unificado e centrado nas mãos de uma única pessoa.
• O poder político esta diluído entre os nobres proprietários de terra e a igreja católica.

ESQUEMA 04 - 3º AN0 - 2016

EEEFM “Professora Filomena Quitiba”
Série: 3ª série – Ensino Médio
Assunto: A Formação do Estado Moderno
Professor: Dayvid Machado Fernandes – História

O ESTADO E AS RELAÇÕES DE PODER: FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS

A FORMAÇÃO DO ESTADO MODERNO
Qual a origem dos poderes do rei?
− Na Idade Média – poder dividido – rei / Igreja / senhores feudais (autonomia – descentralização – suserania e vassalagem).
− Final da Idade Média = revoltas sociais (Jacqueries) + conflitos religiosos (reformas protestantes) = situação de insegurança (clero e nobreza) = fortalecimento do poder político central (do rei), na Idade Moderna.
− Interesse da burguesia em diminuir o poder da nobreza - desenvolvimento do comércio = apoio financeiro a política de centralização.
− No decorrer do processo de formação do Estado moderno, destacaram-se algumas monarquias nacionais, como: Portugal (D. João I [1357-1433], dinastia de Avis, início no ano de 1385); França (Carlos VIII [1470-1498], de 1483- 1498); Espanha (do casamento do rei de Aragão, Fernando II [1452- 1516], com a rainha de Castela, Isabel [1451-1504], em 1469).
− Destes Estados modernos, deu-se a origem das monarquias absolutistas:
• Governo centralizado, monopólio da justiça.
• Unificação das moedas, impostos, pesos e medidas.
• Leis nacionais
• Exército próprio (nacional)
• Território nacional

Teóricos do Estado Nacional Absolutista
Nicolau Maquiavel (1469-1527), em sua obra O príncipe (1513):
• Procurou demonstrar como um soberano deveria agir e que recursos deveria empregar para conquistar e manter o poder.
Thomas Hobbes (1588-1679), em sua obra Leviatã (1651):
• Afirmava que o poder absoluto do rei derivava de um “contrato social” que os homens teriam feito com os soberanos para preservação de suas vidas;
Jacques Bossuet (1627-1704), em sua obra Política tirada da Sagrada Escritura (1709):
• Argumentava que o poder do rei provinha de Deus e por isso era incontestável (teoria divina do poder real).

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