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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CHAVE DE CORREÇÃO - 2º ANO - 2014



CHAVE DE CORREÇÃO – 2ª SÉRIE – ENSINO MÉDIO

BRASIL: CAFÉ, INDUSTRIALIZAÇÃO E IMIGRAÇÃO

1) O café entrou no Brasil no início do século XVIII pela região Norte, trazido das Guianas ao Estado do Pará, e aos poucos se espalhou pelo país. Mas foi nas primeiras décadas do século XIX que seu cultivo impulsionou, no Rio de Janeiro, nas áreas do Vale do Paraíba. A expansão cafeeira logo atingiu São Paulo e Minas Gerais.

2) A expansão cafeeira no final do século XIX, se deparou com um obstáculo que a impediu de prosseguir com a sua marcha para o progresso, os índios. Eles resistiram veementemente contra a colonização de suas terras e de seu território pagando caro por isto. Pois não foram poupados das mais terríveis atrocidades cometidas pela empresa capitalista, que aumentava cada vez mais, principalmente com a construção da Estrada de Ferro. Estes índios passaram a ser alvo de ataques violentos, chegando a ser atacados e assassinados em massa. Passaram a ser confinados em pequenas porções de terras, as reservas, propiciando o prosseguimento, sem interrupções, do progresso brasileiro para o oeste paulista, e demais regiões de interesse para a empresa capitalista.

domingo, 28 de setembro de 2014

Esquema de estudo - Brasil: Café, Industrialização e Imigração (2ª série - EM)


BRASIL: CAFÉ, INDUSTRIALIZAÇÃO E IMIGRAÇÃO


→ A economia cafeeira.
− Origem: região de Kaffa, na Abissínia (atual Etiópia) – levado a Europa por comerciantes venezianos.
− As primeiras sementes – chegaram ao Brasil em 1727 – sargento-mor Francisco de Melo Palheta – inaugurou a plantação no Pará onde residia – fundo de quintal para uso doméstico.
− Por volta de 1780 passou a ser produzido em escala comercial no Brasil – Rio de Janeiro.
• Apresentava as condições geológicas e climáticas para o cultivo.
− Capital investido na lavoura cafeeira.
• Comerciantes do Rio de Janeiro.
• Proprietários da mineração decadente em Minas Gerais.
• Lavradores pobres e obscuros que amealhavam fortuna com o próprio café.
• Negociantes dos mais variados portes, inclusive traficantes de escravos.
− Final do século XVIII – a cidade do Rio de Janeiro se transformou num imenso cafezal.
− Com o aumento da demanda do mercado internacional – foram expandindo-se para o Vale do Paraíba – dominou a economia cafeeira até os anos de 1850 – responsável por 78,41% do café exportado.
− A expansão da cafeicultura brasileira na época pode ser explicada pelos seguintes fatores:
• O hábito de beber café tornou-se moda na Europa e nos Estados Unidos;
• O cultivo do café exigia investimentos mais baixos que a cana-de-açúcar;
• O cafeeiro podia durar 30 anos ou mais, enquanto a cana tinha que ser replantada a cada três anos;
• O café se deteriorava menos do que a cana durante o transporte.
− As fazendas seguiam o modelo típico das plantations da América Portuguesa:
• Latifúndio,
• Monocultura
• Escravidão.
− As técnicas de produção eram predatórias:
• Desmatamento indiscriminado;
• Queimada do solo;
• Má distribuição dos pés de café.
−  O solo se esgotava dificultando as plantações – o café de permanente assume caráter itinerante.
− O Vale do Paraíba se tornou  a região mais rica e importante do país.
• Os fazendeiros mais ricos ficaram conhecidos como “barões do café”.
− 1870 – decadência do Vale do Paraíba – exploração predatória.
− Em 1850, as plantações já se estendiam em direção ao oeste paulista.
− Encontrou ótimas condições: terra roxa e um relevo mais regular.

Clique no link abaixo e faça o download em PDF:
http://www.4shared.com/office/3J1rZMmHba/2_Brasil_Imprio.html

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Esquema de estudo - "Ouro e Diamante na Colônia Portuguesa" (2ª série - EM)

OURO E DIAMANTE NA COLÔNIA PORTUGUESA



→ Os Bandeirantes
− Organizaram expedições que desbravaram o interior do atual território brasileiro.
• Saindo geralmente da Capitania de São Vicente – buscavam riquezas e indígenas para apresar e escravizar.
→ Desbravando o sertão
− Até o começo do século XVII o interior ficou praticamente inexplorado.
• Algumas expedições foram empreendidas, pela coroa portuguesa, sem grande êxito – dizimadas por doenças ou ataques indígenas = ENTRADAS.
− A ocupação das regiões mais distantes do litoral – teve início com a introdução do gado no Nordeste e a Fundação da Capitania de São Vicente (1554) – paulistas – Bandeirantes ou sertanistas.
− A noção de “GUERRA JUSTA”
• Oposição dos jesuítas (escravização dos índios) – 1570 – a Coroa Portuguesa proibiu a escravização do índio a não ser através das “Guerras Justas”
∟ Guerras iniciadas pelos indígenas ou as que tivessem como objetivo punir as aldeias hostis aos portugueses.
− Destruidores de missões
• Um dos principais alvos dos bandeirantes foram as reduções jesuíticas, onde haviam nativos já aculturados.
/• Os ataques sucederam até 1632, quando praticamente todas haviam sido destruídas.
→ Em busca do ouro
− Segunda metade do século XVII – dificuldades econômicas – o governo português passou a estimular a procura de metais preciosos.
− Além das expedições por terra, havia outras que utilizava o curso dos rios – conhecidas como MONÇÕES.
− Sertanismo de Contrato
• Os bandeirantes passaram a ser contratados pelo Governo Geral e por grandes proprietários de terras para destruir quilombos e combater grupos indígenas considerados rebeldes.
→ A corrida do ouro
− A partir de 1693, depois de uma longa procura, bandeirantes começaram a descobrir ouro.
• Antônio Rodrigues Arzão – Caeté.
• Bartolomeu Bueno de Siqueira – Pitangui.
• Borba Gato – Sabará.
− Corrida do ouro
• Cerca de 4000 mil pessoas vinham por ano de Portugal.
• Inchaço populacional – séc. XVII – 300 mil habitantes / séc. XVIII – 3,3 milhões.
• A ânsia pelo enriquecimento rápido provocou um déficit na produção de alimentos – enquanto o queijo custava 120 Réis em São Paulo – na região das minas o seu preço era de 3.600 réis.
• Extração do ouro
∟Ouro de aluvião
∟Ouro de Grupiara
∟Ouro de minas
→ A Guerra dos Emboabas (1707-1709)
− Os paulistas por terem chegado primeiro, consideravam-se donos das descobertas e consideravam todos os demais – forasteiros (emboabas).
− Paulistas e emboabas mantiveram relações tensas – Em 1707 – a tensão transformou em conflito armado.
• Em 1709 – trezentos paulistas foram trucidados às margens do Rio das Mortes – o episódio ficou conhecido como capão da traição.
• Inferiorizados numericamente, os paulistas se retiraram da região das Minas.
→ Regulamentação e controle de riqueza.
− 1709 – foi criada a Capitania de São Paulo e Minas Gerais do Ouro – separada de São Vicente e Rio de Janeiro.
− 1709 – Criação da Intendência das Minas.
• Cuidava da concessão de terras destinadas à mineração e regulamentava as relações entre mineradores.
− Quem encontrasse ouro deveria comunicar imediatamente aos funcionários do governo – a área (lavra) seria dividida em lotes de no máximo 66 metros (datas).
• Ao descobridor da lavra cabiam duas datas.
• A coroa e ao chefe da intendência – tinham direito a uma, cada um.
• As demais eram colocadas a venda por meio de leilão.
− Havia também os faiscadores – que buscavam o ouro de maneira independente.
− Os principais impostos cobrados pela Intendência eram:
• O Quinto Real – 20% de todo ouro extraído.
• Capitação – Taxa que os donos de escravos tinham que pagar por cada um de seus cativos.
• Casas de Fundição (1719) – Todo o ouro da região deveria ser transformado em barras, selado e quintado.
• O Imposto de Passagem – sobre homens e animais em trânsito para as minas.
• O de Entrada – sobre mercadorias que entravam para as minas.
• Os Donativos – quantia exigida por Portugal para pagar despesas com eventos especiais.
• Derrama – diante dos crescentes sinais de esgotamento da produção aurífera o governo português decretou que o quinto mínimo seria de 100 arrobas de ouro (1468,9 quilos) anuais – se o quinto recolhido não atingisse o mínimo, a diferença seria completada com a derrama – cobrança compulsória feita por soldados metropolitanos autorizados a invadir casas e confiscar bens e propriedades até completar o valor das 100 arrobas.
− Tropeiros e comerciantes
• O abastecimento era feito principalmente por tropeiros, que percorriam as estradas com tropas de mulas.
• Outras figuras do comércio de Minas eram os vendedores ambulantes (mascates) e as negras de tabuleiro.
→ Depois do ouro: Diamante.
− Em 1729 – a coroa portuguesa foi notificada da existência de diamantes – Arraial do Tijuco – hoje a cidade de Diamantina – a coroa logo declarou propriedade real (monopólio).
− Foi criada a intendência dos diamantes – administração e policiamento.
− Em 1739 – estabeleceu-se o Sistema de Contratos – Um contratador adquiria o direito de minerar e de cobrar impostos por quatro anos.
− Em 1771 – Diante do enriquecimento ilícito dos contratadores e do contrabando – a coroa portuguesa reassumiu o controle – criando uma companhia governamental para explorá-los – A Real Extração dos Diamantes.
→ A sociedade do ouro – sociedade marcadamente urbana.
− Os escravos
− Os homens livres pobres
− As camadas médias
− Os potentados – (grandes comerciantes – contratadores de diamantes – donos de minas)
→ Mudanças do território colonial
− A ocupação e povoamento de vastas áreas do território
− O florescimento da vida urbana
− A mudança da capital – de salvador para o Rio de Janeiro (1763)
− Consolidação do mercado interno.

→ Nas artes destacou-se Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho – Arte Barroca.

Clique no link abaixo e faça o download em PDF:
http://www.4shared.com/office/Unav_wnKba/Ouro_e_diamante_na_Colnia_Port.html

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Faça o download do capítulo - Relações de trabalho, relações de poder e estruturas produtivas - "A origem das desigualdades" e "A civilização do açúcar" - 2º ano e Etapa II

Atenção pessoal:

No link abaixo foi postado o capítulo escaneado, não precisa imprimir, você pode utiliza-lo no celular, computador, etc.

Só será necessário imprimir o esquema de estudo para colar no caderno, mas este ainda não não foi postado.




Clique no link abaixo e faça o download

domingo, 13 de abril de 2014

Estudando para o Enem 2014



Queridos alunos e professores, vai aí uma dica para vocês!

Deem uma olhada neste material sobre o Enem que encontrei na net. 
Além dos cadernos das provas anteriores, ele ainda traz simulados e apostilas de todas as disciplinas do curso preparatório 2014.

Grande abraço para todos!


Clique no link abaixo e será direcionado para o site para fazer o download do conteúdo

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Assistir filme online - Xingu (1ª série, 2ª série, Etapa 1 e Etapa 2)

Sinopse:

Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio Blat), 23, Villas-Bôas alistam-se na expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de “Marcha para o Oeste”. Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica. Na aventura, os irmãos Villas-Bôas conseguem passar pelo território Xavante, de índios corajosos e guerreiros sem nenhuma baixa de ambos os lados. Ao recontar a saga dos irmãos, o longa acompanha essa grande luta pela criação do parque e pela salvação de tribos inteiras que transformaram os Villas-Bôas em heróis brasileiros.


Clique no link abaixo e assista o filme online

Assistir filme online - 1492 - A Conquista do Paraíso (1ª série, 2ª série, Etapa I e Etapa II)

Sinopse

O filme mostra vinte anos da vida de Cristóvão Colombo, desde quando se convenceu de que o mundo era redondo, passando pelo empenho em conseguir apoio financeiro da Coroa Espanhola para sua expedição, o descobrimento da América, o comportamento que os europeus tiveram com os habitantes do Novo Mundo e a luta de Colombo para colonizar um continente que ele descobriu por acaso, além de sua velhice.




Clique no link abaixo e assista o filme online 
https://www.youtube.com/watch?v=O6fNI7MLnfY#t=206 

Assistir filme online - A Missão - (1ª série, 2ª série, Etapa I e Etapa II)

Sinopse
 
Rodrigo Mendoza é um mercador de escravos que faz da violência seu modo de vida. Na 
disputa pela mulher que amava mata o próprio irmão, seu rival. O remorso pela selvageria leva Mendoza á penitência, com os antes desprezados jesuítas. A paz, no entanto, lhe é negada. Envolvido no jogo político dos colonizadores ele se tornará um mártir na defesa dos Índios que viera para escravizar. 
 

Clique no link abaixo e assista o filme online

Atualidades - Manifestações e os gastos na Copa 2014



segunda-feira, 31 de março de 2014

Há 50 anos o Brasil sofria o Golpe militar

Oi pessoal!

Esse vídeo é uma introdução sobre o Golpe militar de 1º de abril de 1964.
Pois é, amanhã será o dia que completará 50 anos em que esta parte tenebrosa da nossa historia deu o seu início.
Fiquem ligadinhos no assunto, pois este com certeza fará parte de suas próximas provas (Enem, vestibular, concursos) e a nossa também né!

Se quiserem saber mais sobre este período ouçam as gravações abaixo do vídeo.
Grande abraço! 

Professor Dayvid 

domingo, 30 de março de 2014

Atualidades - Canonização do Padre José de Anchieta

sábado, 29 de março de 2014

Crise na Ucrânia

 

10 links para entender a crise na Ucrânia e suas possíveis consequências

 

Clique no link abaixo:

 http://noticias.uol.com.br/internacional/listas/10-links-para-entender-a-crise-na-ucrania-e-suas-possiveis-consequencias.htm

quinta-feira, 27 de março de 2014

Atividade de História - para casa - Cultura Indígena

EEEFM Professora Filomena Quitiba
Nome: ____________________________________________ Série/Turma:_____
Assunto: Cultura Indígena
Professor: Dayvid Machado Fernandes


Atividade de História - para casa - Cultura Indígena

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