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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Faça o download do capítulo - Relações de trabalho, relações de poder e estruturas produtivas - "A origem das desigualdades" e "A civilização do açúcar" - 2º ano e Etapa II

Atenção pessoal:

No link abaixo foi postado o capítulo escaneado, não precisa imprimir, você pode utiliza-lo no celular, computador, etc.

Só será necessário imprimir o esquema de estudo para colar no caderno, mas este ainda não não foi postado.




Clique no link abaixo e faça o download

domingo, 13 de abril de 2014

Estudando para o Enem 2014



Queridos alunos e professores, vai aí uma dica para vocês!

Deem uma olhada neste material sobre o Enem que encontrei na net. 
Além dos cadernos das provas anteriores, ele ainda traz simulados e apostilas de todas as disciplinas do curso preparatório 2014.

Grande abraço para todos!


Clique no link abaixo e será direcionado para o site para fazer o download do conteúdo

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Assistir filme online - Xingu (1ª série, 2ª série, Etapa 1 e Etapa 2)

Sinopse:

Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio Blat), 23, Villas-Bôas alistam-se na expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de “Marcha para o Oeste”. Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica. Na aventura, os irmãos Villas-Bôas conseguem passar pelo território Xavante, de índios corajosos e guerreiros sem nenhuma baixa de ambos os lados. Ao recontar a saga dos irmãos, o longa acompanha essa grande luta pela criação do parque e pela salvação de tribos inteiras que transformaram os Villas-Bôas em heróis brasileiros.


Clique no link abaixo e assista o filme online

Assistir filme online - 1492 - A Conquista do Paraíso (1ª série, 2ª série, Etapa I e Etapa II)

Sinopse

O filme mostra vinte anos da vida de Cristóvão Colombo, desde quando se convenceu de que o mundo era redondo, passando pelo empenho em conseguir apoio financeiro da Coroa Espanhola para sua expedição, o descobrimento da América, o comportamento que os europeus tiveram com os habitantes do Novo Mundo e a luta de Colombo para colonizar um continente que ele descobriu por acaso, além de sua velhice.




Clique no link abaixo e assista o filme online 
https://www.youtube.com/watch?v=O6fNI7MLnfY#t=206 

Assistir filme online - A Missão - (1ª série, 2ª série, Etapa I e Etapa II)

Sinopse
 
Rodrigo Mendoza é um mercador de escravos que faz da violência seu modo de vida. Na 
disputa pela mulher que amava mata o próprio irmão, seu rival. O remorso pela selvageria leva Mendoza á penitência, com os antes desprezados jesuítas. A paz, no entanto, lhe é negada. Envolvido no jogo político dos colonizadores ele se tornará um mártir na defesa dos Índios que viera para escravizar. 
 

Clique no link abaixo e assista o filme online

Atualidades - Manifestações e os gastos na Copa 2014



segunda-feira, 31 de março de 2014

Há 50 anos o Brasil sofria o Golpe militar

Oi pessoal!

Esse vídeo é uma introdução sobre o Golpe militar de 1º de abril de 1964.
Pois é, amanhã será o dia que completará 50 anos em que esta parte tenebrosa da nossa historia deu o seu início.
Fiquem ligadinhos no assunto, pois este com certeza fará parte de suas próximas provas (Enem, vestibular, concursos) e a nossa também né!

Se quiserem saber mais sobre este período ouçam as gravações abaixo do vídeo.
Grande abraço! 

Professor Dayvid 

domingo, 30 de março de 2014

Atualidades - Canonização do Padre José de Anchieta

sábado, 29 de março de 2014

Crise na Ucrânia

 

10 links para entender a crise na Ucrânia e suas possíveis consequências

 

Clique no link abaixo:

 http://noticias.uol.com.br/internacional/listas/10-links-para-entender-a-crise-na-ucrania-e-suas-possiveis-consequencias.htm

quarta-feira, 26 de março de 2014

Carta de Pero Vaz de Caminha



Carta de Pero Vaz de Caminha
 
Senhor,

posto que o Capitão-mor desta Vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a notícia do achamento desta Vossa terra nova, que se agora nesta navegação achou, não deixarei de também dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que -- para o bem contar e falar -- o saiba pior que todos fazer!

Todavia tome Vossa Alteza minha ignorância por boa vontade, a qual bem certo creia que, para aformosentar nem afear, aqui não há de pôr mais do que aquilo que vi e me pareceu.

Da marinhagem e das singraduras do caminho não darei aqui conta a Vossa Alteza -- porque o não saberei fazer -- e os pilotos devem ter este cuidado.

E portanto, Senhor, do que hei de falar começo: 


terça-feira, 25 de março de 2014

Esquema de estudo - História e cultura dos povos indígenas no Brasil - Barsa Planeta



HISTÓRIA E CULTURA DOS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL – BARSA PLANETA

1. As Sociedades Indígenas
→ Um novo olhar e antigos preconceitos.
− Estamos habituados a julgar o outro, a partir do nosso ponto de vista, que muitas vezes acaba sendo preconceituoso. Sendo assim, a história pode ser contada de uma maneira que não venha a expressar a veracidade dos fatos ocorridos.
• Isso fez com que a história dos povos indígenas só começasse a partir de 1500, ou seja, a partir do contato com os europeus e a partir da visão dos mesmos.
└ Por isso durante anos aprendemos a parti de uma visão distorcida, onde as culturas diferentes eram vistas como um estágio infantil e imperfeito da humanidade – algo “rudimentar” que precisava ser aperfeiçoado.

Se preferir imprimir em PDF - faça o download clicando no link abaixo.

Livro digital - História e cultura dos povos indígenas no Brasil - Barsa Planeta


Arquivo: WinRAR
Tamanho: 72,2 MB
Formato: PDF

Clique no link abaixo e faça o seu download:
http://www.4shared.com/rar/Mcljrl6Uba/Histria_e_cultura_dos_povos_in.html 

IBGE - Informações sobre a população indígena no território brasileiro

Aqui você encontra informações sobre a distribuição da população autodeclarada indígena no território brasileiro, com base nos resultados censitários.


Clique no link abaixo: 
http://indigenas.ibge.gov.br/

Atualidades - Crise na Ucrânia

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Carta do Cacique Seattle ao Presidente dos USA - Franklin Pierce - 1855



Queridos alunos, prestem bastante atenção neste vídeo.

"Quem é o dono do esplendor do ar e da pureza da água"

Esta é uma carta que o Cacique Índio Seattle da tribo Suquamish do Estado de Washington, escreveu ao presidente Franklin Pierce dos Estados Unidos em 1855, depois do governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo.

Se todos os homens tivessem esta mesma noção de amor a natureza, não estaríamos passando por tantos problemas!

Por favor, postem os seus comentários!




Carta do cacique Seattle



Carta do cacique Seattle
Há mais de um século e meio, em 1855, o cacique Seattle, dos Suquamish, do Estado de Washington, costa Oeste dos Estados Unidos, enviou esta carta ao presidente Franklin Pierce, em resposta a uma oferta para compra do território indígena. As reflexões do líder Suquamish ainda têm uma surpreendente atualidade.


"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. É uma atitude gentil da parte dele, pois sabemos que não necessita da nossa amizade. Vamos pensar na oferta. Sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e se apossará dela. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas: não perdem o brilho.

Mas como é possível comprar ou vender o céu, o calor da terra? É uma ideia estranha. Não somos donos da pureza do ar e do brilho da água. Como alguém pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada floco de neblina nas florestas escuras, cada clareira, todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é o mesmo que outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de esgotá-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem nenhum sentimento. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim porque o homem vermelho seria um selvagem que nada compreende.


Não há paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o som do desabrochar da folhagem na primavera, o zumbir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d\\'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com perfume de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.

Se eu me decidir a aceitar a venda, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.

Nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Nossos guerreiros vergam sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos doces e bebidas ardentes. Não importa muito onde passaremos nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso povo.

Sabemos de uma coisa que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira do homem vermelho como do branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa que as outras raças. Continua sujando sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça. É o fim da vida e o começo da sobrevivência.

Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos que esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, que visões do futuro oferece para que possam tomar forma os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são desconhecidos para nós. E por serem desconhecidos, temos que escolher nosso próprio caminho. Se concordarmos com a venda é para garantir as reservas que foram prometidas. Lá talvez possamos viver nossos últimos dias. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem sobre as pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se vendermos nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca se esqueçam de como era a terra quando tomaram posse dela. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos e ama-a como Deus ama a todos nós. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino".

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